POLICIAL
07.06 - 16h55min
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Avô é suspeito de abusar da neta de 4 anos em Umuarama

7 de junho de 2019, 16:58


A Delegacia da Mulher (DM) de Umuarama instaurou um inquérito para investigar a acusação de abuso sexual em uma criança de 4 anos, que foi registrada na quinta-feira (6). O caso primeiramente foi levado à Polícia Civil da cidade, mas o delegado o encaminhou à Delegacia da Mulher, que é a responsável por apurar os casos de violência contra mulher, que é onde o suposto crime se encaixa.

O acusado do abuso sexual é o avô da criança. A Delegacia da Mulher não forneceu informações sobre o andamento das investigações, alegando que o caso é recente e que qualquer divulgação do inquérito pode atrapalhar na apuração dos fatos. No entanto, o órgão afirma que buscará ouvir os envolvidos para ter um laudo mais conclusivo sobre a situação.

O Conselho Tutelar também está tomando medidas para verificar a situação da criança na casa dos pais, levando em conta que o acusado fica frequentemente na residência da família.

Caso a situação de abuso se confirme, o avô da criança, que é o acusado do ato, pode sofrer uma pena de oito a 15 anos por estupro de vulnerável, caracterizado por prática de atos sexuais em que a vítima é menor de 14 anos.

Os nomes dos envolvidos ainda não foram divulgados, para não interferir nas investigações.

Entenda o caso

A Polícia Militar de Umuarama foi acionada na quinta-feira (6) para averiguar uma situação de abuso de incapaz. Os policiais se deslocaram até o Pronto Atendimento, onde um dos médicos atendeu uma menina de 4 anos. Ela foi encaminhada à unidade médica por estar com dores na região genital e teria informado que o avô paterno, de iniciais A.G.A., colocou o dedo em suas partes íntimas na hora do banho.

O médico realizou exames e informou que a região vaginal da criança estava realmente ‘aumentada’, provavelmente por conta do suposto abuso. Diante dos fatos, o profissional de saúde acionou a PM, que localizou a mãe, mas ela se negou a denunciar o sogro. “Ele só colocou o dedo, não sangrou, nem saiu o tampão, nem nada, eles não vão mais chegar perto dela, mas não irei dizer o endereço do meu sogro, porque não quero que ele vá preso”, disse a mulher à equipe da PM.


Fonte: Obemdito

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